Carta Capital - Artigo

A saída de dois secretários do Ministério da Economia, Salim Mattar, de Desestatização, e Paulo Uebel, da Desburocratização, voltaram a esquentar o clima em Brasília. Desde que sentiu o golpe da prisão de Fabrício Queiroz, o “Poderoso Checão”, Jair Bolsonaro resolveu seguir os conselhos de auxiliares, controlou seus ímpetos mais primitivos e deixou de produzir uma crise por dia. O silêncio de Bolsonaro me faz lembrar de uma definição de Pelé feita por Romário: “Calado, é um poeta”. O Planalto Central andava meio modorrento, chato, como o programa “Se Joga” da Rede Globo. A “debandada” da terça-feira 11 reanimou o circo (agora são oito os que abandonaram o barco).

Análise: Salim Mattar, típico “liberal” brasileiro, vive de subsídios do governo